sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Entrevista com Fernando Caruso

O Caruso é uma graça. Sim, esta é uma frase pouco original. Não, ela não denota a opção sexual da maioria da nossa Redação. Só da minoria.

Humorista, ator, publicitário, diretor, músico, autor e professor de teatro, Fernando “de Oliveira” Caruso cometeu a insanidade de conceder uma entrevista pro Desenfado.

Como o cara é fera no humor, aproveite: provavelmente este é o nosso primeiro (e único) texto engraçado.

São 12 anos de estudo no Tablado, que o levaram a trabalhar como professor assistente (7 anos) e contribuíram para a sua carreira no meio artístico, que inclui 15 peças no currículo. Ele é um dos criadores e atores do espetáculo de improvisação Z.É. Zenas Emprovisadas (em cartaz no Vivo Rio), sucesso de público que já ganhou o prêmio Shell de Teatro (2004), além de integrante do Comédia em Pé, show de comédia stand up.

Segundo o site do ZÉ, se tivesse que escolher uma celebridade pra comer, Caruso optaria pelo Hitler e não traçaria a Gisele Bündchen “só de sacanagem”.

Bem, para um cara que se pudesse fazer uma pergunta a Deus diria “O que é que você está fazendo na minha cadeira?”, responder as nossas deve ter sido um verdadeiro sacrilégio, de tão ruins.

Bem, vamos lá.

O Desenfado - Você sempre foi uma pessoa brincalhona? Desde criança?

Caruso - Acho que sim.

O Desenfado - A idéia da improvisação com amigos no início para poucas pessoas e o sucesso de agora já era certo na sua cabeça? Ou você teve que convencer muita gente?

Caruso - Tive que convencer muita gente. Eu estava na época, sem saber, desbravando um território completamente novo, que posteriormente veio abrir caminho para vários outros grupos.


O Desenfado - Você se sente obrigado a ser engraçado sempre? As pessoas acham que você tem que ser engraçado sempre?

Caruso - Não, nem sempre. Durante o sexo, normalmente, as pessoas esperam um pouco de seriedade da minha parte, por exemplo.

O Desenfado - O que você sente quando alguém ri de uma piada feita por você?

Caruso - Satisfação profissional.

O Desenfado - Você acha que dá pra fazer humor com qualquer assunto?

Caruso - Acho que sim. Obviamente, alguns assuntos são mais receptíveis que outros, mas, se você se esforçar, queimar a mufa, você consegue desenvolver uma piada com virtualmente qualquer assunto. Menos números primos.

O Desenfado - Se você fosse transar com uma mulher e ao ficar nu ela começasse a rir, você ficaria chateado ou feliz por ter arrancado um sorriso dela?

Caruso - Essa é a pergunta mais imbecil que já me fizeram em toda a minha vida.




Até agora estamos pensando se levamos um fora ou se fomos elogiados na última resposta. Somos otimistas...


Parte (um pouco) mais séria

Na televisão, Caruso trabalhou no “Correndo Atrás”, “Brava Gente” e as “Cariocas” e também participou dos programas “Zorra Total e “Os Normais”, além das novelas “O Clone” e “Malhação” (todos da Globo). Ela ainda apresentou o “Minha Praia” e agora está no “De Cara Limpa”, “Ed Mort” e “Muito Giro” (Multishow/Net). Sobre o cinema, fez “Irma Vap” e não citamos mais porque enchemos o saco e não pesquisamos. Quer saber mais? Segue a dica de um site de buscas lançado recentemente www.google.com.br.




Tiro Esportivo: Ana Luíza Ferrão ganha ouro no Pan. Pistoleiras com nome de fruta se animam e treinam para as Olimíadas 2016.


O que isso tem de bizarro?




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Chefe medíocre

Dizem que as pessoas passam a maior parte da vida dormindo. Discordo. Se pararmos pra pensar, passamos grande parte do tempo trabalhando.


Entre o ato de dormir e o fato de trabalhar, existem muitas semelhanças. Assim como no sono, a maior parte do trabalho é um pesadelo. Temos sonhos, claro, mas, quase sempre nos esquecemos deles, como quando dormimos. A gente esquece porque, como nos cochilos, eles não são reais, isto é, não se realizam. A maior parte das vezes.

Brincar, quando se cresce, vira trabalhar. E os monstros que sempre tememos e nos fizeram manter a luz acesa para dormir, hoje são os nossos chefes.

Outro dia, ouvi uma história de um amigo que, de repente, acordou pra vida e viu que precisava mudar de emprego. Na empresa há três meses, logo ele despertou para o fato de que no seu setor só havia profissionais medíocres.

Agora de olhos abertos, percebeu que o chefe só tinha escolhido pessoas medíocres para se destacar no meio deles. Você já passou por isso? Mesmo que tivesse passado não iria admitir, né?

O pior de tudo é que, ao chegar a essa conclusão, esse amigo viu que ele também era um medíocre no meio do bando de boçais. Imagine como ficou mal. Viu que o perfil dele tinha se encaixado nas especificações da equipe. Uma equipe de medíocres.

Cheguei a pensar se ele não estava sendo arrogante. Não. É uma cara bacana. Se ele estava dizendo, era verdade.

Para não se achar o pior dos homens, meu amigo começou a fantasiar que o RH teria se equivocado na seleção da vaga. Eles teriam errado e o achado medíocre, mas ele não o era. Ele dizia a si mesmo que não era. Só assim conseguia seguir adiante e trabalhar. E foi assim por algumas semanas.

Um dia o chefe o chamou na sala e disse que ele era o melhor funcionário do setor. Meio entorpecido, quase desmaiou. A fantasia do RH tinha se desfeito. O que aquele comentário significava? Que ele era o melhor! O melhor medíocre entre todos os medíocres da equipe!

No dia seguinte, ele resolveu tornar em um o ato de dormir e trabalhar e cochilou sem hora pra acordar. Não foi ao escritório.

No outro dia, chegou à empresa, foi chamado à sala do chefe e foi demitido. O dia anterior era importante e ele tinha faltado. Num misto de alegria e raiva, levantou-se da cadeira em que estava sentado e se desequilibrou. Foi ao chão.

Acordou no chão de casa e percebeu que tudo não passara de um sonho. Triste e desanimado, se espreguiçou e levantou-se para viver mais um dia de pesadelo com sua equipe medíocre, seu chefe medíocre na sua empresa medíocre.

Sonhar não custa nada. Quem sabe um dia isso não muda? Pra ele e pra quem mais precisar.


Hugo Stozin

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Pôquer no céu


Depois de muitos milênios, Deus e o diabo resolveram se encontrar. A ocasião escolhida foi um jogo de pôquer, organizado no céu.

Foram convidadas figuras conhecidas, mas logo de cara, Deus disse a Jesus que Ele não jogaria, por ser café com leite.

Como dealer, que é o cara que distribui as cartas, foi escolhido o Salomão, reconhecidamente hábil no corte.

Moisés, acostumado a separar as coisas, dividiu as fichas para cada jogador.

Já no começo do jogo, o diabo e Judas já se juntaram para roubar. Trocaram cartas e diversas vezes mostraram o jogo um ao outro. Nos olhos azuis de GabrieL, que refletiam as mãos dos adversários, ambos se fartaram vendo as cartas alheias.

São Pedro, um workaholic que não consegue parar de pensar em sol e chuva, fugiu da maioria das jogadas e só ficou no pingo.

Jesus, coitado, acabou virando garçom e trazia, repetidamente, múltiplas porções de sardinha, pão em excesso e vinho, esse último um tanto quando aguado. Quase foi “recrucificado” porque derramou a bandeja, quando Amy, de passagem, tentou pegar uma taça.

Depois de três séculos de jogo, na rodada final, Deus deu um berro e disse all in, que significa uma aposta com todas as fichas. O diabo, que é malandro, disse que entraria se o all in fosse all in mesmo. Ele queria que a aposta fosse de tudo. Almas, coisas, a Terra. Resumindo: todo o universo.

Deus, sempre sábio, refletiu um pouco e aceitou. Ele mostrou seu jogo e esperou que o diabo, muito confiante, mostrasse o dele. Mas o satanás desistiu e nem virou as cartas.

O espanto foi geral. Diante das atitudes sempre arrojadas do demônio, que nunca tinha abandonado uma jogada sequer, aquele refugo pareceu estranho.

O que ninguém sabia, exceto o comparsa Judas, é que, pela primeira vez na vida, o capeta havia sido prudente. Afinal de contas, com a quadra de ases que Deus mostrou, seria difícil ganhar com dois pares. Um deles de reis e o outro de ases.


Hugo Stozin

Da série: Ditados (ainda mais) populares






"Devo, não nego. Pago quando fuder."


Bruna Surfistinha













"Em terra de Sandy, quem dá o olho é rei."

Banheiro Corporativo




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Reflexões tardias: polêmica da Sandy. Será que agora ela é devassa?

Coitada da Sandy. Tão criticada por defender a sua posição. Mas quem pode julgar, se meter em uma questão sexual íntima e penetrar no que é dos outros? Quem pode falar mal de uma declaração sobre sacanagem em uma revista de sacanagem!?


Sejamos francos: deve ser considerado o verso da questão para que haja a reflexão sobre o que está por trás da Sandy.

Ela não fez nada de mais. Há quem diga até que isso é jogada de marketing para ser vista como Devassa.

Um rápido levantamento de opiniões de “celebridades” sobre o sexo anal confirma isso.

A Mara acha uma Maravilha. O Ronaldo, um Fenômeno. O Wagner faz aos Montes. Pro Galvão é Bueno. O Danilo só faz se for Gentilli. Pro Paulo César é Grande. O Marcelo reconhecidamente Faria. O Rafael acha Cortês. O Sílvio já Abreu e tantos outros poderiam ser inseridos para evidenciar que, nesse caso, o buraco é mais embaixo e posteriormente localizado.

Pra quem ainda acha que ficou faltando tocar no âmago da questão e encará-la de forma mais profunda, segue um ping pong com a Sandy para que se possa conhecê-la mais a fundo.

Tempero – Coentro.
Comida – Rabada.
Fruta – Abricó.
Música - Vai tomar no c...
Filme – Acusados.
Defeito - Cometo muito ato fálico.
Mania - Fazer quatro apoio na ginástica.
Novela - De quina pra lua.
Série de TV - Kojac porque adoro quando o careca entra em cena.
O que mais gosta de fazer na Internet - Que entrem no meu Orkut.
O que fala, logo depois de fazer amor - Amor, espreme esse cravo nas minhas costas?
Frase - Pimenta no dos outros é refresco.



Hugo Stozin

Vai de Visa. Vai entender! Afinal: os cantores ficam alegres ou tristes quando alguém usa Visa?

O cara já fez filme com travesti e agora está com essa mocinha. Esse é Frota.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Bola perdida chega na Argentina e fere 180 milhões


Depois da derrota e eliminação na Copa América, não poderíamos deixar de contribuir com piadas para o fiasco da Seleção.

Banda Restart está otimista com a Copa do Mundo de 2014. “Agora é começar de novo”, afirmam.

Dunga é internado com úlcera aguda e irritação grave na garganta. Causa: riso compulsivo.

Ex-BBB Ariadna apoia jogadores. “Já perdi bolas importantes na minha vida e sei como é difícil.”

Baggio é solidário e diz “Isso acontece”.

Cabral anuncia instalação da próxima UPP na CBF para acabar com bolas perdidas.

Activia contrata o quarteto de batedores como garotos-propaganda pela maior cagada de todos os tempos em penalidades.

Bolas dos pênaltis interferem na rota do cometa Halley. Nasa afirma que incidente aumentou intervalo de passagem na Terra para 152 anos.

PV protesta. Buraco de ozônio teria aumentado em 30% após chutes do Brasil.

Patricia Riquelme perde silicone esquerdo com chute de Elano. A paraguaia usou o celular que ainda estava preso no mamilo direito para pedir socorro médico na arquibancada.

O time de futebol americano Dallas Cowboys faz proposta milionária a André Santos.

Humoristas do programa da Rede TV se intitulam “Os Astros”. Faixa estendida na arquibancada com palavra “Pânico” teria antecipado o estado de espírito dos jogadores do Brasil.

Boatos apontam Juju Panicat como culpada. Macumba da loura teria sido feita pra prejudicar Neymar, que já chutou umas Balls na inimiga e também dançarina do Pânico, Nicole.

Xuxa suspende programa na TV. Bola de Elano teria atingido a nave espacial da apresentadora.
Mano errou na mão.

Lição do jogo: pênalti não dá. Tem que ganhar no mano a mano.



Hugo Stozin

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Novela astronômica



A Globo lançou uma readaptação da novela O Astro.

Além da música do João Bosco que gruda na cabeça e parece ter sido feita sob o efeito de uma marola esverdeada, há mais coisas pitorescas no folhetim. Coisas que inspiram outras viagens.

Entre elas, a cena em que o ator Thiago Fragoso ficou nu, nu mesmo. A partir daí, já há quem diga que a novela vai passar a se chamar O Mastro.

E isso iria longe, se a história fosse baseada em outros temas.

Se fosse sobre o Congresso, seria O Pasto.
Uma cidade de SP: Osasco.
Nojinho de alguma coisa: O Asco.
Sobre a ex-BBB Ariadna: O Rasgo.
Superfaturamento de obras públicas: O Gasto.
Jesus: O Casto.
Aviação: O Lastro.
Magali da Turma da Mônica: O Tasco.
Povo de uma região da Espanha: O Basco.
Remédios: O Frasco.
Caçadas: O Rastro.
Equitação: O Casco.
Infinito: O Vasto.
Depilação: O Raspo.
E sobre um time que só ganhou a Copa do Brasil por sorte: O Vasco.

Hugo Stozin

terça-feira, 5 de julho de 2011

O amor é real? Reflexões tardias sobre o Dia dos Namorados

Depois de passadas algumas semanas do Dia dos Namorados, ainda me vejo refletindo sobre o assunto.

Nada de encher o leitor com papo de data comercial, apesar de me perguntar se o amor nessas horas é mesmo real. Mas isso todo mundo já sabe. O que me inquieta é essa movimentação no dia.

Restaurante pra comer? Impossível. Motel, também pra comer? Mais impossível ainda!

Aí, me pego pensando em algumas situações pitorescas. Do tipo: você começa a sair com alguém. Esse alguém, na maioria das vezes, não transa com você de cara. Quer dizer, se o relacionamento já tiver começado assim, até rola. Mas vou seguir com o primeiro raciocínio.

No Dia dos Namorados, o homem sai com a menina com quem ainda não transou. Não são namorados, mas ele faz de tudo pra que ela se sinta a namorada dele. E ela se sente. E aí ele a leva pra cama.

Já a mulher, quase sempre faz um charminho de namorada pra se tornar mesmo a namorada. Às vezes transa e, depois disso, na maioria das vezes, se sente e exige ser empossada como namorada.

Focando nas mulheres, tem uma característica contraditória que é muito presente nelas. Na maioria das vezes, elas estão doidas pra casar. Toda mulher quer mudar logo de posição na hierarquia do relacionamento, deixando de ser namorada para se tornar esposa. Mas aí, quando chega no Dia dos Namorados, ela exige presentes! Pô, é namorada ou esposa? Nunca vi gente que goste tanto de ser rebaixada de cargo.

Mas, de tudo esse papo de relacionamento, o que mais me impressiona é a criatividade daqueles que não saem com ninguém e procuram por companheiros nessa época.
Há os que recorrem aos amores delivery dos videntes, que chegam em até três dias. Aí têm que pedir até dia 9/06, claro! Melhor dia 8 pra garantir, né?

Há os que se sentem como Pitangui e fazem a operação de troca de sexo na imagem do Santo Antônio. É isso mesmo! Dizem que ao arrancar o pintinho do santo e transformá-lo em Ariadna, a pessoa amada aparece.

Mas atenção: depois tem que transformar a ex-BBB em Rogéria, devolvendo o bilauzinho, se não a simpatia não funciona.

Bem, se esse ano não deu. Boa sorte em 2012.




Hugo Stozin

No Rio, os vereadores quase compraram carros de RS 60 mil e o povo nem tchum. Mas em Jaraguá do Sul (SC), ao tentarem aumentar o número de vagas...




quinta-feira, 9 de junho de 2011

Papa anuncia o 4º milagre de Fátima

O Papa quebrou a tradição das missas dominicais para anunciar o 4º milagre de Fátima.

Diante de milhares de pessoas amontoadas em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, Bento XVI comunicou em 25 línguas o 4º milagre: Vasco campeão da Copa do Brasil.

A mensagem não foi bem aceita por grupos mais ortodoxos da Igreja, que até concordaram com a veracidade do milagre, mas questionaram a possibilidade de beatificação de Ricardo Gomes.

Logo após a comunicação papal, as primeiras pesquisas realizadas depois da final da Copa do Brasil já indicavam a redução de 40% no número de ateus no mundo. Para os entrevistados , não seria mais possível duvidar de uma força divina ao se constatar o milagre vascaíno.

No Rio, órgãos de saúde pública já iniciaram uma campanha emergencial de vacinação contra a gripe naftalina, originada pela expressiva circulação de camisas vascaínas impregnadas pela substância tóxica por quase uma década.

No Brasil, o impacto mais impressionante do milagre bacalhau ficou por conta do anúncio do IBGE sobre a realização de um novo Censo. Os números apresentados nó último estudo se mostraram equivocados, diante da quantidade surpreendente de vascaínos que se costumam se esconder nos vice-campeonatos e acabaram aparecendo do nada na conquista do título da Copa do Brasil.


Paulo Dodô

FIFA adverte a CBF após amistoso com a Romênia. Os 15 minutos com duas bolas em campo foram considerados falta grave que fere o regimento da entidade.

Tirinha - Banheiro Corporativo





Jogo dos 7 erros

domingo, 15 de maio de 2011

Caros leitores,

estamos de volta!

Dessa vez, não justificaremos a nossa ausência com desculpas esfarrapadas, como de costume. Sumimos por motivos de força maior. Uma força incontrolável.

Bem, como vocês sabem, a repressão aos "mijões" no Carnaval desse ano foi a maior de todos os tempos. A mídia já não fala nisso, mas a nossa equipe só foi liberada agora da cadeia.

Sim, fomos presos por urinar em local público. Ninguém mais viu o sol quadrado, só a nossa equipe. Fomos encarcerados porque, ao sermos abordados pela polícia, mostramos os documentos e eles se assustaram com o que viram.

Mas isso é outra história, até porque o nosso processo corre em sigilo de justiça.


Cá estamos!


Boa (?) leitura.


Equipe O Desenfado

Testículo


Monarquia Brasileira



Paulo Dodô



Foi exagerada a cobertura do casamento da família real britânica?

Bem, só se falou disso em jornais, programas de tv e rodas de boteco. Encheu o saco, né?

O pior foi acompanhar os ditos especialistas falando sobre as toalhas de mesa e a cor das meias de fulano, além dos ricos comentários que, provavelmente, foram coletados no Google.

De toda essa história, ou melhor, conto de fadas, deu pra perceber que, por mais que o Brasil seja governado por uma presidenta, somos monarquistas enrustidos.

Somos um povo que elege reis e rainhas. Além de nós, a imprensa, claro! Um povo que adora colocar coroas em indivíduos que se destacaram, ou não, em suas áreas. Veja só:

Pelé, o rei do futebol.

Rita Cadillac, a rainha do Bumbum.

Roberto Carlos, o rei. De quê mesmo?

Os tantos reis e rainhas da praia, nos mais variados esportes.

Xuxa, a rainha dos baixinhos.

Dominguinhos, o rei do Baião.

Os reis e rainhas do BBBs, adorados por muitos e entronados pelo jornalista (?) Pedro Bial.

Bem, o papel de bobo da corte a gente deixa para os palhaços de Brasília. O chapéu com sininhos do momento fica com o “putado” Jair Bolsonaro. Um chapéu bem colorido e cintilante, com as cores do arco-íris.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Da série: Ditados "ainda mais" populares









"Quem tem boca, fala merda."







Em terra de paquistanês, quem tem corpo é rei."

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Testículo

Ainda o tal lado devassa



Paulo Dodô





Quantas pedras foram jogadas na Sandy, depois da veiculação do anúncio da Devassa.

Tudo bem que ela não leva muito jeito com o copo de cerveja na mão. Tudo bem que ela não tem cara, nem jeito de devassa. E nem parece ser dotada do tal lado descolado e descontraído citado no comercial.

O inusitado na escolha da garota propaganda gerou conversas e discussões sobre o tema. O que já mostra que a publicidade funcionou, de certa forma.

Mas se a Sandy não tem o tal lado, muita gente por aí esbanja na devassidão.

O lado devassa do Ronaldo Fenômeno é o de trás.
O da Vanusia vem lá do fundo da garganta.
O do Berlusconi adora uma bruscheta.
O do Obama tomou caipirinha no Rio.
O do Lula está ganhando R$ 200 mil por palestra.
O da Dilma ainda está escondido.
O do Tiririca não dá pra escrever, vocês sabem o motivo.
O do Dado Dolabela tem que ficar a 3 Km da Luana Piovani.
O do Maluf é e sempre será inocente.
O do Belo foi preso, mas já está em liberdade.
O da Ex-BBB Maria fez com que ela ficasse milionária.
O do Adriano o trouxe de volta para jogar no Brasil.

Já o lado devassa do indigesto Bolsonaro, não existe.





Segundo ele, é claro.