segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O nome do bebê





A notícia

- Amor?
- Sim?
- Eu tenho uma coisa pra te contar... eu...eu tô grávida!
- Grávida! Não acredito! Não acredito! Eu te amo! Eu te amo! Um filho!
- Eu também te amo, amor...


Situação 1

- Amor, se for menino quero que tenha o seu nome.
- Ah, legal!
- E se for menina quero que se chame Sandra.
- Sandra?
- Sandra, por quê?
- Não, Sandra é legal. É...é legal.

15 meses depois

- Amor, quero falar com você.

- Ih....

- Pode falar “Ih” porque é papo ruim!
- O que foi, amor?
- Conversei com a sua irmã, quando levamos a Sandrinha para tomar sol.
- Sim?
- Ela me contou que o nome de uma ex sua é Sandra!
- Ah, amor, não quis comentar porque achei que não tinha nada a ver!
- Nada a ver?! Você esconde uma coisa de mim e não tem nada a ver?
- Amor...
- Você ainda gosta dela? Você pensa nela? Idiota! Por que não contou? Você estraga tudo! Você estraga tudo!



Situação 2

- Amor, se for menino quero que tenha o seu nome.
- Ah, legal!- E se for menina quero que se chame Sandra.
- Sandra?
- Sandra. Por quê?
- Não, Sandra é legal. É...é legal.
- Qual o problema com Sandra, amor?
- Não, é legal, é legal...gostei.
- Fala amor!
- O quê?
- Fala que eu te conheço!
- É que Sandra é o nome de uma ex-namorada...ia ser estranho ter uma filha com esse nome...
- Estranho por quê? Você ainda gosta dela? Você pensa nela? Idiota! Por que foi me contar? Você estraga tudo! Você estraga tudo!



Situação 3

- Amor, se for menino quero que tenha o seu nome.
- Ah, legal!
- E se for menina quero que se chame Sandra...
- VAI SER MENINO E NÃO SE FALA MAIS NISSO!

Raphael Santos

Quer comprar uma moto? Veja a dica do Luciano Huck.


Minha sogra e o bichinho de estimação


Minha esposa andava preocupada com a minha sogra. E eu muito mais. Amo a minha sogra, sabe? E pra mim, ela é sempre um motivo de preocupação.

Ela estava se sentindo sozinha e tivemos a ideia de comprar um bichinho de estimação pra fazer companhia. No dia marcado pra irmos a uma loja de animais, minha esposa passou mal e fui escalado para ir com a sogrinha. Apesar de achar que “sogra” e “estimação” são duas palavras que não combinam...

Mas o que comprar? Gostei da ideia dela ter um cachorro. Apesar do conselho do vendedor, insisti na compra de um pitbull. Cão dócil, carinhoso, companheiro mesmo. Ela não gostou. Achou-o feio. Como faz falta um espelho em casa...Bem, aí dei a dica do rotweiller, doberman, mas nada feito. A sogrinha não quis.

Resolvi mudar de espécie. Que tal um pássaro? Um lindo passarinho empoleirado na sala...que beleza seria! Perguntei sobre o gavião. Nada feito, não tinha. Condor? Águia? Também não. Desisti.

Pensei nos répteis. Isso! Répteis! A cobra era a escolha certa para a minha sogra, afinal, o bicho era a cara dela! Ela não quis. Acho que não queria dividir seu habitat com um bicho assim. Pena, as jararacas iam se sentir bem com a companhia mútua.

Aí lembrei de um outro bicho, mas vi de cara que ia dar trabalho. O quarto da vaca teria que ser maior pra caber a outra. È, não daria uma vaca lá... Pena.

Já indo embora, quase desistindo, vi um bichinho num canto, dentro de uma caixa de vidro bem fechada. É ele! Compramos o fofinho na hora!

Apesar do estranhamento inicial da minha querida sogrinha, acho que ela já está se adaptando bem à nova companhia: um lindo gambá.

Só ando preocupado com o mau cheiro no apartamento. Acho que o gambá não vai aguentar por muito tempo...


Paulo Dodô



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Para quem não sabe, o José Mayer foi barrado em um aeroporto americano porque os policiais acharam que os documentos dele eram uma arma ou um explosivo. Se você não sabe o que houve, busque num lance novo que inventaram há pouco tempo: google.


Veja o que algumas personalidades teriam dito sobre isso.



terça-feira, 24 de abril de 2012

Pérolas do twitter de Angela Birmarchi


Deu no New York Times


Por Hugo Stozin

Revelado o real motivo da ascensão meteórica na carreira de funcionária do jornal New York Times.

Sarah Legsopen, que já produziu matérias no Brasil, chamava a atenção dos colegas de trabalho pela rapidez com que conseguiu obter promoções no jornal. Em apenas dois anos, passou de estagiária para trainee, depois para repórter, editora e chefe do Núcleo de Reportagem.

No New York Times, despertou a curiosidade de uns e a inveja de outros. Um grupo de jornalistas, insatisfeito com a falta de reconhecimento, apurou os fatos e realizou uma investigação jornalística interna. Em poucos dias, descobriram que Legsopen havia transado com todos os chefes, incluindo mulheres, desde sua entrada na empresa. Coincidentemente, as datas dos plantões noturnos da chefe de Reportagem eram as anteriores às promoções.

Apesar da polêmica, a jornalista não foi demitida após a revelação do caso ao presidente do jornal. Estranhamente, ele parece não se importar com o fato de ela ter dado no New York Times e tem se reunido constantemente a portas fechadas para discutir o assunto com Legsopen. O assunto não é comentado externamente.

Sarah esteve no Brasil para fazer algumas reportagens sobre o cantor Jorge Benjor.











Jogo dos 8 erros

Mentira


Vamos falar a verdade: a mentira é essencial. E os hipócritas, quando demonizam a mentira, claro, estão apenas mentindo. Uma atitude paradoxal que só reforça a verdadeira importância do mentir.

A mentira é tão necessária que existe uma profissão especializada nela. O advogado, que é pago para mentir pelos outros. E ganha a causa quem mentir melhor.


- Nãoooo. O Sr. Diógenes Torres, meu cliente, não quis de jeito algum sonegar. Ele vendeu seus produtos sem nota fiscal para que os consumidores tivessem um preço muito mais acessível, de acordo com o orçamento familiar deles. Um planejamento econômico-social que diminui a inadimplência, estimula o consumo, melhora a economia e gera ainda mais empregos para o nosso país.
E você sai convencido a comprar sem nota na rede de lojas de Sr. Diógenes Torres. E quem sabe até votar nele numa eventual eleição.
Além da empresa, a mentira também já salvou o emprego de alguns funcionários do Sr. Diógenes Torres.
- Serginho, e o relatório que te pedi semana passada, já tá pronto?
- Faltam só alguns detalhes...
E Serginho volta para a mesa, tentando lembrar que relatório, Meu Deus, que relatório era esse.

Em nome da ética, você também mente. Não vai querer ser chamado de dedo-duro.

- Pelo que você viu, o relatório do Serginho está ficando realmente dentro dos nossos padrões?

- O Serginho está preparando isso desde segunda. Acredito que vai ficar óóó... Mui-to Bom!

E você volta para a mesa, xingando o filho da puta do seu amigo Serginho, e o ajuda a terminar um relatório que ninguém sabe exatamente o que era.

Ver no final que sua mentira acabou dando certo é um prazer. Dizem que só existe prazer maior no sexo. Mas o sexo geralmente resulta de mentiras.


- Vem cá, vem! Eu largo tudo por você! (Mentira!)- Ahhhhh! É melhor parar! (Mentira!) A gente está no meio do estacionamento do shopping.- Vem cá, vem cá! Não tem ninguém olhando” (Mentira!)


Há as câmeras de segurança, provavelmente os seguranças que monitoram as câmeras, e os milhões de internautas que vão acessar o youtube no dia seguinte.

Lembrando também que o sexo, normalmente, termina com uma mentira. Ou você acha que é tão bom quanto os gritos que ela dá?


Melhor eu ir terminando esse texto por aqui. Mentira tem limite!

Confirmado: Babi do Pânico vai sair raspadinha na Playboy